O PET-Agronomia é um dos 842 grupos do Programa de Educação Tutorial (PET) do Governo Federal. O grupo é formado por estudantes e um docente do curso de Engenharia Agronômica da Universidade Federal de São João del-Rei, Campus Sete Lagoas.

Universidade Federal de São João del-Rei
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Sete Lagoas (MG)

 

 

A Máquina Agrícola no Renascimento

23-11-2020 13:04

Fonte: pinterest.fr


O período foi marcado por transformações em muitas áreas da vida humana. Apesar
de as transformações serem bem evidentes na cultura, na sociedade, na economia, na
política e na religião, caracterizando a transição do feudalismo para o capitalismo e
significando uma ruptura com as estruturas medievais, o termo é mais comumente
empregado para descrever seus efeitos nas artes, na filosofia e nas ciências. Mas foi
extremamente evidente também na área da agricultura.
A evolução da máquina a serviço da agricultura em todos os continentes do mundo
seguiu os parâmetros do crescimento da população e da necessidade de produzir
alimentos.
A partir da ebulição científica do Renascimento, a tecnologia deu um salto muito
grande. A máquina a vapor, a eletricidade, a energia fóssil e, atualmente, a informática têm
colaborado significativamente para este progresso. Nos diversos continentes ou países, em
épocas diferentes, houve avanços consideráveis, com base em diversas causas.
Na Europa, a principal motivação foi o crescimento demográfico e as guerras
napoleônicas, que provocaram entraves no comércio de algodão para os britânicos e de
outras matérias-primas que vinham do Egito e da Índia. No Brasil, outros fatores motivaram
a industrialização no campo.
No final do século XVIII e nas primeiras décadas do século XIX, a mineração entrou
em crise, ao mesmo tempo em que a economia colonial se reorganizou com base na
grande lavoura mercantil exportadora, dando origem ao renascimento agrícola. O café, o
algodão, o cacau, o tabaco e o arroz foram os principais atores. O desenvolvimento da
mecanização foi uma das boas consequências.
Fonte Texto: O homem, a agricultura e a história, Leopoldo Feldens